Epifania
É quando alguém finalmente encontra a última peça do quebra-cabeças e agora consegue ver a imagem completa. online
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Alguns livros devem ser degustados. Outros são devorados. Apenas poucos são mastigados e digeridos totalmente.
— Coração de Tinta 
18/05/2012 @ 21:03 com 71 notes
18/05/2012 @ 21:03 com 786 notes
18/05/2012 @ 20:12 com 5,461 notes
18/05/2012 @ 20:07 com 4,253 notes
18/05/2012 @ 20:01 com 5,881 notes
18/05/2012 @ 20:01 com 3,220 notes
18/05/2012 @ 20:00 com 8,908 notes
Pelo menos meu passado só me condena. E o seu que te prende?
— Tati Bernardi  
18/05/2012 @ 20:00 com 82 notes
18/05/2012 @ 19:57 com 283 notes
18/05/2012 @ 19:55 com 24,190 notes
Desisto. Eu acho, às vezes, que seria mais produtivo perseguir pombos em praça pública. Bem, eu só queria dizer que, apesar desse seu jeito todo iceberg de ser, eu te acho um rapaz incrível. Você é o melhor ser humano entre os piores que já conheci. Ou o pior entre os melhores. Não sei. Sei que eu inexplicavelmente estou na tua e você sabe disso.
— Gabito Nunes.  
18/05/2012 @ 19:52 com 225 notes
O “homem da casa” é a minha mãe.
18/05/2012 @ 19:49 com 4,415 notes
Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida. Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.
— Carlos Drummond de Andrade. 
18/05/2012 @ 19:47 com 5,636 notes
18/05/2012 @ 19:46 com 1,434 notes
O rouge virou blush. O pó-de-arroz virou pó-compacto. O brilho virou gloss. O rímel virou máscara incolor. A Lycra virou stretch. Anabela virou plataforma. O corpete virou porta-seios. Que virou sutiã. Que virou silicone. A peruca virou aplique… interlace… megahair… alongamento. A escova virou chapinha. ‘Problemas de moça’ viraram TPM. Confete virou MMs. A crise de nervos virou estresse. A purpurina virou gliter. A tanga virou fio dental. E o fio dental virou anti-séptico bucal. Ninguém mais vê: O à-la-carte porque virou self-service. A tristeza agora é depressão. O espaguete virou miojo pronto. A paquera virou pegação. A gafieira virou dança de salão. O que era praça virou shopping. A areia virou ringue. O LP virou CD. A fita de vídeo é DVD. O CD já é MP3. É um filho onde eram seis. O álbum de fotos agora é mostrado por e-mail. O namoro agora é virtual. A cantada virou torpedo. E do ‘não’ não se tem medo. O break virou street. O samba, pagode. O carnaval de rua virou Sapucaí. O folclore brasileiro, halloween. O piano agora é teclado, também. O forró de sanfona ficou eletrônico. Fortificante não é mais Biotônico. Polícia e ladrão virou Counter Strike. Fauna e flora a desaparecer. Lobato virou Paulo Coelho. Caetano virou um pentelho. Elis ressuscitou em Maria Rita. Raul e Renato. Cássia e Cazuza. Lennon e Elvis. A AIDS virou gripe. A bala antes encontrada agora é perdida. A violência está maldita. A maconha é calmante. O professor é agora o facilitador. As lições já não importam mais. A guerra superou a paz. E a sociedade ficou incapaz. De tudo. Inclusive de notar essas diferenças.
— Luís Fernando Verissímo. 
18/05/2012 @ 19:44 com 16,818 notes